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Publicado em 11/04/2019

7 dicas essenciais sobre as vestimentas de proteção


As vestimentas de proteção são Equipamentos de Proteção Individual, ou EPIs, utilizados por vários tipos de profissionais.

Eles são comumente adquiridos para a execução de funções em que o corpo do colaborador pode ser prejudicado ao entrar em contato com material tóxico, eletrizado ou cortante. Também aparecem em situações de uso nas quais é necessário proteger o trabalhador do frio, da chuva ou de outras condições externas que podem afetar a performance dele.

Eletricistas, funcionários da construção civil, da indústria alimentícia e automotiva são apenas algumas das pessoas que precisam utilizar vestimentas de proteção em seu dia a dia.

Entenda melhor como esse EPI funciona, quais os benefícios dele e por que você deve prestar muita atenção antes de adquiri-lo! Acompanhe!

1. Escolha um material compatível com a função

Cada segmento exige uma roupa de proteção distinta. Quem trabalha em laboratório químico ou com eletricidade tem necessidades diferentes e precisa de medidas de segurança especiais para que a sua rotina de trabalho seja protegida.

Por causa disso, vários tipos de proteção são oferecidos por vestimentas. Aqui estão alguns deles:

Risco químico e biológico

Vestimentas contra risco químico e biológico impedem o contato com partículas e substâncias perigosas e protegem a roupa e a pele do indivíduo. Elas atuam como barreira e, em alguns casos, são feitas de tecido antibacteriano para aumentar a proteção do usuário.

Agressões térmicas

Quem trabalha próximo ao calor enfrenta um risco em particular. As vestimentas indicadas devem proteger de chamas e respingos e ser feitas com material que evita que o fogo se espalhe pela roupa.

No frio, roupas térmicas também são necessárias. Quem trabalha em frigoríficos, por exemplo, deve estar protegido para passar longos períodos em ambientes com temperaturas reduzidas.

Riscos elétricos

Roupas que protegem do choque elétrico e que sinalizam a presença de profissionais são diferentes daquelas que são utilizadas em outras áreas de risco. Elas precisam evitar que correntes se espalhem e devem ser isolantes.

2. Verifique o tamanho do profissional

Como acontece com as nossas próprias roupas, o tamanho importa. Na hora de adquirir esse EPI, é preciso conhecer as medidas dos seus profissionais a fim de adquirir a vestimenta certa. Um equipamento de proteção individual muito grande ou pequeno vai causar desconforto quando o funcionário precisar se movimentar e isso pode colocá-lo em mais risco.

Se há a necessidade de sair de perto de uma situação de perigo rapidamente, uma roupa no tamanho inadequado pode impedir que isso aconteça. Da mesma forma, as botas que complementam o uniforme de trabalho e os aventais utilizados pelos trabalhadores da sua empresa devem sempre oferecer conforto e facilidade de movimentos.

3. Forneça roupas de proteção diferentes para atividades distintas

Cada roupa de proteção tem um uso específico. Ou seja, se um mesmo colaborador lida com situações diferentes em que está sob riscos distintos, ele precisa ter um Equipamento de Proteção Individual adequado para cada uma delas.

Roupas que protegem contra gases, líquidos, respingos e partículas, por exemplo, não estão adequadas para a proteção no contato com redes elétricas e devem ser substituídas se o colaborador mudar de função.

Trabalhar lado a lado com um técnico de segurança do trabalho para mapear o ambiente de negócios e entender quais são os riscos que seus colaboradores correm é o ideal. Ele identificará situações em que o uso de roupas de proteção é necessário, de que material elas devem ser feitas e quais colaboradores precisam delas.

4. Evite substituir as roupas por outros EPIs

Não é porque uma roupa se parece com outra que elas são iguais. Ao adquirir o equipamento de proteção, você deve saber para que tipo de uso ele é recomendado, com qual material é feito e que nível de proteção oferece, haja vista que também não é porque um material é semelhante ao outro que ele tem a mesma função e falhar ao averiguar isso pode causar grandes problemas para os profissionais da sua empresa.

Roupas de proteção química, por exemplo, apresentam muitas variações. Elas vão do tipo 1 ao tipo 6, com nível de proteção decrescente. Embora possam ser parecidas em forma e função, as do tipo 1 protegem até contra gases tóxicos, enquanto as do tipo 6 só são capazes de evitar respingos de produtos químicos. Fique atento ao escolher uma roupa de proteção e não se deixe enganar!

5. Não utilize vestimentas de proteção danificadas

Qualquer dano em uma roupa de proteção significa risco para o funcionário. Rasgos, perfurações e até uma costura soltando podem colocar o seu colaborador em perigo. Por isso, antes de utilizar uma vestimenta de proteção, é preciso fazer uma inspeção nela.

É responsabilidade do empregador substituir EPIs danificados, mas é responsabilidade do contratado informá-lo a respeito de danos no equipamento. Por isso, treinamento e uma boa comunicação entre as duas partes são fundamentais para garantir a segurança no ambiente de trabalho.

6. Atente ao prazo de validade desse EPI

Sabia que vestimentas de proteção têm prazo de validade? Pois é! Algumas delas só podem ser usadas pelos profissionais por um curto período e precisam ser substituídas periodicamente.

Pense, por exemplo, em vestimentas de proteção contra produtos químicos. Feitas para evitar o contato com partículas sólidas e respingos líquidos, elas estão sujeitas à norma ISO 16602:2007. Dentre suas especificações, temos a necessidade de estocagem correta para a utilização e um prazo de validade de três anos.

Elas não devem ser cedidas aos colaboradores após esse período, pois podem apresentar risco para o trabalho deles. Em determinadas situações, como as de contato com óleos pesados, calor excessivo ou risco mecânico, a validade também pode ser comprometida e os equipamentos exigirão substituição antes do prazo.

7. Siga sempre as instruções do fabricante

Não se esqueça de sempre cumprir as instruções dadas pelo fabricante. O manual de uso das vestimentas de proteção sempre indicará quanto tempo elas duram, que procedimentos garantem que ainda estão apropriadas para o uso no ambiente de trabalho e como protegê-las em longo prazo.

Trabalhos que oferecem risco exigem o uso de vestimentas de proteção. Elas devem ser adequadas à atividade realizada e precisam ser fornecidas pelo contratante. EPIs de qualidade duram mais tempo, aumentam os níveis de segurança no ambiente de trabalho e são um investimento para o negócio.

A Volk produz vestimentas de proteção para empresas em diversas áreas de atuação. Elas cumprem tanto as orientações de segurança do Ministério do Trabalho quanto as normas estabelecidas e oferecem grande durabilidade e performance.

Procure um de nossos consultores para adquirir vestimentas de proteção que realmente manterão seus funcionários longe do perigo. Fale com a Volk do Brasil agora mesmo!

 
 

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