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Publicado em 20/09/2018

7 EPIs obrigatórios em indústria de alimentos e sua importância


Infelizmente, acidentes de trabalho fazem parte da realidade de todos os setores industriais, gerando, além de danos à saúde, grandes prejuízos para a economia causados por indenizações e paradas da produção. A indústria alimentícia compõe esse triste cenário por contar com diversos processos que representam risco à saúde. Dessa forma, o uso do EPI em indústria de alimentos torna-se indispensável.

Com o crescente progresso industrial alinhado com o número de acidentes de trabalho, surgiu a necessidade da elaboração de normas de segurança que resguardassem o colaborador. Dessa forma, nascem na década de 1970 as primeiras normas regulamentadoras de segurança, com o objetivo principal de proteger a saúde humana durante o desempenho de atividades trabalhistas.

Foram dessas normas de segurança que os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) ganharam representatividade e projeção. Os EPIs tratam-se de utensílios (de uso obrigatório quando necessário) que visam manter o conforto e a saúde humana durante a realização de tarefas que possam representar algum risco à vida. 

Conheça agora sete EPIs usados na indústria de alimentos!

1. Luvas de proteção 

Existem diversas tarefas nesse ramo que precisam do manuseio constante de insumos e produtos químicos para a realização, por exemplo, de misturas, separação e controle de qualidade. Por manter esse contato direto, o uso da luva de proteção é essencial. Ela protege o trabalhador de riscos químicos (queimaduras e reações alérgicas), biológicos (contaminação) e físicos (cortes e impactos).

Atualmente, há vários modelos de luvas de proteção no mercado, porém especificar o melhor modelo requer o conhecimento de cada tarefa. Um bom exemplo para processos que necessitem de isolamento químico são as luvas nitrílicas, que oferecem boa flexibilidade durante o manuseio e alta resistência. 

Já para atividades que demandam a utilização de facas de corte, as luvas resistentes a corte alimentícia são consideradas as melhores opções para proteção das mãos. 

2. Botas

Um bom calçado de segurança não oferece apenas proteção para os pés, mas sim conforto durante a locomoção e realização do serviço. As botas fazem o importante papel de manter os pés seguros de impactos na queda de objetos, objetos cortantes, escorregões, umidade e contaminação em geral.

As botas de Policloreto de Vinila (PVC) — ou popularmente chamadas de botas de borracha — são as mais utilizadas na indústria alimentícia. Isso porque além de oferecem todos esses itens de proteção, são leves, fáceis de lavar e têm alta resistência, o que garante uma boa durabilidade.

3. Vestimentas de proteção térmica

As vestimentas de proteção térmica tem o objetivo de proteger o colaborador contra alta ou baixa temperatura.

Podem ser japona, calça, capuz e meia para ambientes frios, como trabalhos em câmaras frias por exemplo, ou aventais para proteção ao calor, no trabalho com fornos industriais ou assadeiras.

4. Protetor auricular

Ruídos e barulhos excessivos são normais em todos os setores do ramo da indústria alimentícia, isso porque há muitas máquinas e equipamentos que emitem sons de alta intensidade. A proteção para os ouvidos é essencial para manter a saúde auditiva do colaborador, evitando assim a surdez. 

O grande problema nesse aspecto é que a perda auditiva é progressiva e muitas das vezes ocorre de maneira bastante lenta, ou seja, ocasionalmente o trabalhador já está habituado a desempenhar certa atividade sem o uso do protetor auricular, mas não porque a tarefa é inofensiva, mas sim pelo fato da perda auditiva (ainda que pequena) já ter ocorrido.

A utilização desse EPI se faz necessária para qualquer atividade de alta intensidade sonora, mesmo que a princípio o ruído não incomode o funcionário.

5. Respiradores

A qualidade do ar em específicos setores da indústria de alimentos não é a apropriada para a respiração humana, contendo insumos e fumos que são prejudiciais à saúde quando inalados. Por isso, o uso de um equipamento de segurança que contenha filtros capazes de melhorar a qualidade do ar respirado é essencial.

Sendo assim, esse EPI protege o colaborador de doenças respiratórias, bem como evita a perda gradativa do olfato. Mais uma vez cabe ao colaborador a atenção em usá-lo em todos os ambientes necessários, mesmo que ele não sinta o incômodo aparente. 

6. Avental 

Há muitos processos na indústria alimentícia que utilizam água e outros produtos químicos diluídos. Logo, esse equipamento de segurança visa isolar o corpo do colaborador mediante a realização dessas tarefas. 

Oferecendo impermeabilidade e adequado conforto térmico, o avental é indispensável, por exemplo, para quem trabalha em setores frigoríficos ou de limpeza de alimentos. 

7. Mangotes 

Esse utensílio é fundamental para a proteção dos braços contra respingos e contato com objetos cortantes. Seu material ideal varia de acordo com a específica demanda, sendo encontrado tanto para a proteção contra agentes corrosivos quanto para proteger contra risco de corte ou oferecer um bom conforto térmico durante a execução do serviço.

Obrigações do empregador

Portanto, seguindo esse protocolo de proteção, existem medidas que contam com o respaldo das normas regulamentadoras de segurança e que as empresas obrigatoriamente devem seguir. As principais são:

  • disponibilizar todos os EPIs necessários e em bom estado para os colaboradores; 
  • repor de forma gratuita e imediata qualquer EPI, sempre que necessário;
  • mapear as áreas que oferecem risco à saúde;
  • criar dentro da empresa programas de segurança do trabalho;
  • realizar simulações de acidentes de trabalho e análise de riscos. 

Vale lembrar também que tão importante quanto usar o EPI ideal é ter a certeza da qualidade e procedência do equipamento. O colaborador pode estar utilizando o devido EPI na hora correta, porém, se o equipamento não for de boa qualidade, o risco de acidente de trabalho não é minimizado. 

Por isso, a busca por empresas especializadas em segurança do trabalho é indispensável para a garantia da saúde humana durante a realização de serviço crítico. Dessa forma, empresas confiáveis e um bom EPI em indústria de alimentos são ótimos exemplos de práticas para frear o crescente número de acidentes de trabalho. 

E aí, gostou de conhecer os EPIs obrigatórios em indústria de alimentos? Então leia também sobre a importância do uso do EPI na indústria e entenda mais a respeito de práticas de segurança!


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