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Publicado em 08/04/2019

EPI para espaço confinado: saiba quais são os mais utilizados


Infelizmente, os acidentes de trabalho fazem parte da rotina industrial do Brasil. Segundo estudos, entre os anos de 2012 e 2018 foram registrados mais de 4 milhões deles. Nesse contexto, é preciso discutir de forma mais específica sobre o tema para que esse número reduza, sendo um bom exemplo o debate sobre a promoção de EPI para espaço confinado. 

Considerado como um local hostil e que representa riscos consideráveis para os colaboradores, a atuação em espaços confinados é a realidade diária de muitos trabalhadores no Brasil.

Dessa forma, aprofundar sobre o assunto pode ser útil tanto para evitar acidentes de trabalho quanto para melhorar o conforto dessas pessoas ao desempenhar as tarefas. Continue a leitura e saiba mais a respeito. 

Espaço confinado e as suas características

Os espaços confinados são caracterizados pelos ambientes com baixa concentração de oxigênio; inexistência de ventilação natural; concentração elevada de gases nocivos à saúde; escassez de mobilidade e com poucas vias de acesso/escape e precária luminosidade, dificultando assim a visibilidade. 

As tarefas desempenhadas nesses espaços vão desde limpeza até a manutenção preventiva de determinadas máquinas. Desse modo, são exemplos de postos de trabalho que contenham ambientes confinados:

  • silos agrícolas e reservatórios em geral;
  • redes de tubulações;
  • galerias de saneamento básico;
  • túneis rodoviários e metroviários;
  • tanques de combustível e vasos de pressão. 

Norma regulamentadora

Por se tratar de um ambiente trabalhista que oferece grandes riscos à saúde humana, bem como várias peculiaridades, foi preciso elaborar uma norma regulamentadora específica para os postos de trabalhos confinados. 

Nesse contexto, a NR 33 — Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços confinados — é a diretriz que determina todas as medidas preventivas de segurança para esses locais.

Objetivo da Norma Regulamentadora 33 

A norma tem como finalidade estabelecer os parâmetros necessários para a identificação, reconhecimento, avaliação, monitoramento e controle dos riscos presentes nos espaços confinados. Tudo isso visando assegurar a saúde dos colaboradores que trabalham de forma direta ou indireta em tais ambientes. 

Outra finalidade da NR 33 é a de especificar com clareza o que são espaços confinados. Segundo ela, são áreas ou ambientes não projetados para a ocupação contínua humana, com a presença limitada de vias de entrada e saída e baixa qualidade da ventilação (com pouca ou elevada concentração de oxigênio no ar). 

Responsabilidades do empregador 

A norma ainda designa uma série de obrigações para os empregadores que tenham em suas empresas, ou em trabalhos terceirizados, espaços confinados. 

Segundo ela, o empregador deve: 

  • indicar formalmente o responsável técnico pelo cumprimento da norma;
  • identificar os espaços confinados existentes no estabelecimento;
  • identificar os riscos específicos de cada espaço confinado;
  • garantir a capacitação continuada dos trabalhadores sobre os riscos, as medidas de controle, de emergência e salvamento em espaços confinados;
  • interromper todo e qualquer tipo de trabalho em caso de suspeição de condição de risco grave e iminente, procedendo ao imediato abandono do local. 

Medidas preventivas de segurança

Naturalmente, essa norma regulamentadora destaca uma série de medidas técnicas referentes à segurança em espaços confinados.

Dentre elas, vale destacar a obrigatoriedade em: 

  • antecipar e reconhecer os riscos nos espaços confinados;
  • sinalizar os espaços confinados para restringir a entrada de pessoas não autorizadas;
  • avaliar os riscos físicos, químicos, biológicos e ergonômicos nessas regiões confinadas;
  • promover meios para o controle/eliminação desses riscos. 

Equipamentos de Proteção Individual para espaços confinados 

Inicialmente, vale destacar a importância do uso dos EPIs, seja qual for o ambiente de trabalho. Há tarefas que, mesmo sendo executadas corretamente, ainda oferecem riscos ao colaborador. Isso porque pode haver, por exemplo, uma falha mecânica em uma máquina e, consequentemente, ocasionar em situações de perigo. 

Para esses e outros casos semelhantes de riscos, o uso de EPI tem o potencial tanto de evitar acidentes de trabalho, quanto o de minimizar os impactos na sua ocorrência.

Em outras palavras, o colaborador que faz a utilização correta do EPI não está protegido 100% de um possível acidente de trabalho. Entretanto, ele está recorrendo a todas as ferramentas disponíveis para o controle de riscos. 

Capacete de segurança

O uso do capacete de segurança nos locais confinados é essencial, pois é a partir dele que é feita a proteção da cabeça do colaborador. A utilização desse equipamento minimiza os riscos com choques elétricos, queda de objetos e impactos com superfícies cortantes. 

Calçado fechado

Espaços confinados, como galerias fluviais, requerem manutenção e limpezas constantemente. Para essas tarefas, o uso de uma bota é fundamental para o colaborador, evitando dessa forma a proliferação de doenças, quedas, escorregões e, além disso, melhorando a qualidade da mobilidade. 

Respiradores

Em todos os ambientes confinados a qualidade do ar é um parâmetro que precisa obrigatoriamente ser monitorado constantemente. Isso porque, como há ausência de ventilação natural, é comum haver alterações na qualidade do ar respirado, reduzindo a concentração de oxigênio e aumentando a de gases tóxicos, por exemplo. 

Para essa demanda, os respiradores (equipamentos que têm filtros capazes de melhorar a qualidade do ar) são indispensáveis, uma vez que é a partir deles que o colaborador evita o sufocamento e intoxicações. 

Cinto de segurança

Há espaços confinados tanto em localidades horizontais quanto verticais. Para ambientes verticais, recorrer ao auxílio de um cinto de segurança faz com que o colaborador possa ser evacuado com agilidade quando for necessário. 

Um bom exemplo é quando há situações onde é percebida a piora da qualidade do ar de forma repentina, exigindo assim a rápida retirada de todos os colaboradores do local. Nessas ocasiões, o cinto assegura uma subida mais segura e acelerada.

Luvas de segurança

Proteger as mãos em ambientes confinados faz com que o colaborador evite o contato com agentes contaminantes e superfícies cortantes, além de reduzir o risco de contato com produtos químicos. Por isso, esse equipamento também é considerado indispensável para quem atua nessas localidades. 

Portanto, após entender o que é espaço confinado, é fácil perceber o quão importante o EPI para espaço confinado é para a redução dos acidentes de trabalho. Cabe destacar também que, além da segurança, esses equipamentos asseguram o conforto da equipe, o que reflete positivamente na qualidade das tarefas executadas. 

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