O papel da Volk do Brasil na redução do risco de segurança nas indústrias

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Não é nenhum exagero afirmar que o setor industrial representa uma fatia importantíssima na economia nacional. Segundo um levantamento, esse segmento foi o responsável direto por injetar cerca de R$ 1,2 trilhão na economia brasileira em 2017 (aproximadamente 21% do PIB).

Entretanto, mesmo sendo essencial para o país, há uma questão que sempre deve ser pautada ao discutir sobre esse ramo: o risco de segurança nas indústrias. Com o desenvolvimento do setor ao longo dos anos e, consequentemente, o surgimento de novos processos, houve a necessidade de elaboração e aperfeiçoamento contínuo de equipamentos e medidas de segurança.

Inserida nesse contexto e suprindo essa demanda há mais de 50 anos, a Volk mantém sua metodologia focada em assegurar a saúde do trabalhador durante a execução de variados processos industriais. 

Dessa forma, apresentamos neste artigo o pensamento da Volk do Brasil sobre a atual situação do ramo da segurança industrial e o nosso papel para melhorá-lo. Confira!

Qual é a visão da Volk do Brasil diante da questão da segurança no setor industrial?

A base para obter sucesso nos processos industriais com total segurança é, sem dúvida, a difusão de informação certa em momentos adequados. Pouco importa, por exemplo, se uma empresa disponibiliza todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) se os seus funcionários não sabem como nem quando usá-los.

Por isso, é fundamental ter a preocupação de desenvolver e manter atualizado o setor de segurança do trabalho nas indústrias. Ele é o responsável por propagar informações importantes e oportunas para todos os trabalhadores que atuam sob eventuais riscos.

Principais riscos presentes no setor industrial

Os riscos são classificados quanto à sua natureza. São eles:

Risco físico

É caracterizado basicamente por ruídos, vibrações, movimentos bruscos e extremos de temperatura. São encontrados principalmente na indústria metalúrgica, siderúrgica, alimentícia e outras.

Risco biológico

Como o próprio nome já o define, são riscos provenientes de vírus, protozoários, parasitas, sangue e fluídos corporais. Presentes majoritariamente na indústria farmacêutica e hospitalar, nos laboratórios de pesquisa e em outros segmentos que atuam com materiais biológicos em geral.  

Risco químico

risco químico é determinado principalmente por poeiras, fumos, gases, vapores e líquidos corrosivos. Vistos com frequência na indústria petroquímica, farmacêutica, energética, na agricultura e em lugares que tenham produtos químicos tóxicos.

Risco ergonômico

Composto sobretudo por esforço físico intenso e/ou repetitivo, levantamento e transporte manual de cargas, monotonia e repetitividade de movimentos. Esse tipo de risco está presente na indústria da construção civil, frigorífica, automobilística e ferroviária, por exemplo. 

Há displicência das empresas ou dos colaboradores em relação a esse aspecto? 

Não há, necessariamente, displicência: o que acontece é que o conceito de risco e o grau em que ele está presente em certos processos pode variar drasticamente de acordo com a formação (profissional e social) de cada indivíduo. Acreditamos que, para aperfeiçoar esse contexto, é necessário mudar a cultura da segurança e saúde no trabalho.

Ou seja: uma pessoa não precisa começar a trabalhar em uma indústria para realmente saber avaliar certos riscos e ter noções de medidas de segurança. Isso já deveria fazer parte de sua formação inicial como cidadão — até porque existem acidentes domésticos e de trânsito, por exemplo.

De que forma a segurança pode ser melhor promovida?

Com o intuito de promover medidas efetivas de segurança em todos os âmbitos de uma  empresa e diminuir o risco de segurança nas indústrias, o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), e a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), são instrumentos essenciais. 

Juntos, a CIPA e SESMT são responsáveis por analisar e desenvolver metodologias que abordam a segurança do trabalho, as principais são:

  • Análise Preliminar de Riscos (APR);
  • Análise de Modos de Falhas e Efeito (AMFE);
  • Análise de Árvore de Falhas (FTA — Failure Tree Analysis);
  • Análise de Operabilidade de Perigos (HAZOP — Hazard Operability Analysis);
  • Análise de Efeitos e Modo de Falha (FMEA — Failure Mode Effects Analysis);
  • Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (HACCP — Hazard Analysis and Critical Control Points).

Como a Volk do Brasil contribui para essa promoção?

Como mencionamos, a difusão contínua de informação é fundamental na prevenção de acidentes de trabalho e melhoria na redução de riscos.

Nesse quesito, acreditamos que as diversas matérias postadas frequentemente em nosso blog, com dicas e informações atuais sobre segurança na indústria, realizam um importante papel de promover a segurança no trabalho.

Vale destacar também que nossos profissionais viajam todo o território nacional para ajudar a propagar novas tecnologias e tendências — seja em empresas, palestras, workshop, simpósios ou em eventos acadêmicos.  

Qual é a importância da segurança na produtividade industrial?

Sem dúvidas, a pior perda quando ocorre algum acidente de trabalho na indústria é a humana. Entretanto, também é importante frisar que o número de acidentes de trabalho impacta negativamente a produtividade industrial. 

Quanto mais práticas e processos são realizados incorretamente, sem o devido EPI, sem a devida abordagem de execução e sem o respaldo do setor de segurança do trabalho, maior o número de acidentes — e, naturalmente, menor é produtividade da indústria.

A segurança na indústria além de minimizar os riscos, contribui também na diminuição do valor das indenizações a serem pagas devido a acidentes de trabalho.

Infelizmente, o Brasil é o quarto campeão mundial em acidentes de trabalho e desembolsou cerca de R$ 26,2 bilhões em indenizações nos últimos 6 anos, representando 305.299.902 dias perdidos de trabalho.

Dessa forma, fica clara a importância de debater e dialogar sobre medidas de segurança. É essencial que todas as empresas criem um ambiente no qual os funcionários se sintam à vontade para que a qualquer momento possam:

  • ter a quem recorrer para tirar suas dúvidas;
  • questionar a qualidade da execução de processos; e
  • ter o direito de opinar sobre os eventuais riscos aos quais eles estão expostos. 

Sempre haverá risco de segurança nas indústrias, independentemente do segmento em que ela está inserida ou mesmo se o processo é realizado por profissionais altamente capacitados.

A questão central é que não importa o grau de risco que uma prática industrial possa representar: desde que executada com o devido EPI, com a correta metodologia e com informações suficientes, os riscos passam a ser controláveis e aceitáveis.

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