Mapa de risco: tire aqui suas principais dúvidas!

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Para obter bons resultados em sua gestão, uma empresa precisa oferecer aos seus colaboradores um ambiente seguro e saudável. A fim de assegurar o cumprimento do protocolo, é imprescindível a presença de um técnico de segurança do trabalho, que deve exercer sua função com eficiência, com o objetivo de evitar acidentes e imprevistos, estando atento ao mapa de risco.

O mapa de risco é uma das diversas ferramentas da Segurança do Trabalho e consiste na representação gráfica dos fatores ambientais que proporcionam perigo aos colaboradores na área de expediente. Apesar de muito importante, alguns profissionais ainda não o conhecem ou não o utilizam corretamente.

Para ajudar você, vamos explicar melhor sobre o conceito de mapa de risco e dar alguns exemplos neste post. Continue a leitura e aprenda mais sobre o assunto!

O que é o mapa de risco?

O mapa de risco surgiu no Brasil como uma solução para as reduzir as grandes perdas humanas e econômicas que estavam ocorrendo devido aos elevados índices de acidentes de trabalho nas indústrias.

Assim, foi instituída a Portaria nº 05, em 17/08/92, que estabeleceu como obrigatória a elaboração do mapa de risco em empresas cujas atividades envolvam grau de risco e empreguem mais de 20 funcionários, o que torna também uma exigência legal a constituição da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA).

O mapa de risco, portanto, é uma representação gráfica que se utiliza de recursos visuais com o objetivo de demonstrar os principais fatores de risco existentes em um local de trabalho, alertando, orientando e informando os trabalhadores com o objetivo de reduzir o risco de acidentes.

Todas as empresas precisam ter um mapa de risco?

Todas as empresas que realizam atividades potencialmente perigosas para a segurança dos trabalhadores devem obrigatoriamente ter um ou mais mapas de risco distribuídos pelo ambiente. A localização de cada fator de periculosidade deve estar bem clara nos mapas de risco, a fim de que os funcionários tenham ciência dos cuidados que precisam ser tomados.

Entre os graus de risco que podem causar perigos para a saúde do trabalhador e que tornam obrigatória a elaboração do mapa de risco estão:

  • riscos físicos: exposição ao calor ou ao frio extremos, excesso de umidade, ruído excessivo, vibrações, entre outros;
  • riscos químicos: exposição à fumaça, odores, gases tóxicos, névoas, neblinas, entre outros;
  • riscos biológicos: exposição a vírus, bactérias, fungos, parasitas, animas, entre outros;
  • riscos ergonômicos: exposição à jornada de trabalho prolongada, levantamento de peso, postura inadequada, repetitividade, entre outros;
  • riscos de acidentes: exposição a áreas suscetíveis a acidentes com maquinários, incêndios, quedas, entre outros.

Segundo a Norma Regulamentadora nº 5 (NR-5), o mapa de risco deve ser elaborado pela CIPA. Desse modo, caso a sua empresa não tenha formado essa comissão específica, é preciso contratar um profissional especializado em Segurança do Trabalho que forneça esse tipo de consultoria.

Qual é a importância do mapa de risco para a empresa?

Você pode se perguntar: qual é a importância desse recurso se já existem outros, como o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), nos quais os riscos de cada função já estão descritos? A resposta é simples: os recursos visuais facilitam o entendimento, especialmente quando há o emprego de formas, cores e simbologias.

Dessa forma, o mapa se torna uma ferramenta extremamente eficiente para a conscientização geral acerca dos cuidados em cada área da empresa, principalmente nas indústrias, onde cada setor é responsável por algum tipo de processo com potencial de agredir a segurança e a saúde dos trabalhadores.

Além disso, é a partir dessa representação que é reforçada a necessidade de usar os tipos de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) requeridos por cada segmento, bem como de respeitar as normas de segurança do local e de averiguar, com frequência, a existência de outros recursos importantes, como os Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs).

Como fazer um mapa de risco?

Saber como fazer mapa de risco não é uma tarefa muito complicada, desde que os profissionais responsáveis por sua realização estejam devidamente preparados.

Cada empresa apresenta características específicas, e isso faz com que cada uma produza um tipo de documento. No entanto, algumas etapas são comuns em todos os processos. Veja quais são elas, a seguir.

Analisar o ambiente

O primeiro passo para a elaboração da representação gráfica dos riscos é realizar um mapeamento completo do ambiente de trabalho. Nessa etapa, deve ser feito um levantamento da quantidade de funcionários, assim como sua idade, gênero e se já realizaram algum treinamento de segurança e saúde. Além disso, o espaço deve ser minuciosamente detalhado, identificando todas as atividades exercidas no ambiente.

Identificar os riscos

Depois, é preciso identificar os perigos existentes em cada área ou setor de forma qualitativa, isto é, categorizando cada fator de acordo com a sua natureza, conforme os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. A partir da classificação, é necessário identificar o grau e a intensidade de cada risco ambiental: pequeno, médio ou grande.

Encontrar medidas preventivas

Para cada risco, deve ser listada uma série de medidas preventivas para evitar ou minimizar os perigos em potencial às funções dos colaboradores. Nesse momento, é preciso não apenas levantar essas práticas, como torná-las possíveis de serem executadas para que, de fato, haja segurança no ambiente de trabalho.

Dialogar com os colaboradores

O diálogo é fundamental para que todos entendam o seu papel na construção de uma cultura organizacional mais saudável e segura. Por isso, vale buscar meios de melhorar a comunicação com os funcionários para solucionar dúvidas e resolver queixas, fomentando a conscientização referente aos cuidados a serem tomados nas áreas de risco, além da devida utilização dos equipamentos de proteção individual.

Propor soluções para os problemas

Caso algum dos perigos identificados ainda não tenha medidas de prevenção bem definidas, a elaboração do mapa de risco é o momento perfeito para debater esse problema e encontrar soluções.

Ter aprovação do mapa de risco

Por fim, o mapa deve ser aprovado pela CIPA, que, após minuciosa análise do que foi levantado e representado, finaliza a elaboração do documento e autoriza a fixação do modelo no ambiente de trabalho.

Quais cores utilizar no mapa de risco?

As cores do mapa são utilizadas para denotar o tipo de perigo ao qual o colaborador está exposto em cada seção. Por isso, elas são padronizadas, o que facilita o reconhecimento dos riscos, mesmo quando o funcionário troca de ambiente de trabalho, de área ou de função.

No mapa de risco, cada cor tem um significado, e elas variam entre verde, vermelho, marrom, amarelo e azul, conforme a natureza do risco.

Verde

O verde é um indicador de riscos físicos nos mapas de risco. Em geral, ele aponta para áreas onde há ruídos, radiação, frio, pressão elevada ou reduzida demais, umidade ou calor. Uma sala de estufa, por exemplo, teria essa indicação no mapa.

Vermelho

Entre os riscos ocupacionais listados em um mapa de riscos, aqueles que são representados pelo vermelho logo chamam atenção. Essa é uma das cores que associamos com “alertas”, portanto, é aquela que é mais facilmente percebida ao olhar para um mapa.

Ela é usada para indicar riscos químicos, como o contato com névoa, neblina, gases, substâncias ou produtos químicos, vapores e poeiras que podem prejudicar em curto, médio e longo prazo a saúde do profissional que interage com eles.

Marrom

Marrom é a cor escolhida para se referir aos riscos biológicos identificados no mapa. Ao vê-la, você pode assumir que o local indicado apresenta risco de contato com vírus, bactérias, fungos, parasitas, bacilos e protozoários que são prejudiciais à saúde humana. Nesses locais, é importante fazer uso de EPIs que impedem o contato direto com material biológico.

Amarelo

Nos mapas, o amarelo é sempre usado para denotar os riscos ergonômicos. Esforço físico intenso, como aquele que é resultado do levantamento de peso, tarefas nas quais há longa permanência em uma postura inadequada ou que demandam jornadas de trabalho prolongadas, entre outros.

Monotonia, repetitividade e todo tipo de estresse físico e psicológico são apontados no mapa de risco em amarelo. A cor também é usada quando há controle rígido de produtividade, ritmos excessivos ou há a necessidade de trabalho noturno.

Azul

O azul é utilizado nos mapas de risco para se referir às áreas onde acidentes podem ser causados por um arranjo físico inadequado. Máquinas e equipamentos que não têm proteção, espaços com iluminação inadequada, locais onde transitam animais peçonhentos e onde há o armazenamento inadequado de itens são todos identificados por essa cor, bem como ambientes suscetíveis a incêndios e explosões.

Quais são os principais tipos de risco em um mapa?

Dentro das categorias de risco que já citamos aqui, existem tipos distintos que estão presentes nos ambientes de trabalho. Abaixo, mostramos quais são eles e onde são comumente encontrados.

Riscos físicos

São tidos como riscos físicos no ambiente de trabalho todas as situações nas quais a operação de uma máquina ou o espaço onde o colaborador se encontra oferecem esse tipo de perigo. Um reator nuclear, por exemplo, oferece risco de radiação. Assim como a exposição do trabalhador a equipamentos que têm altos níveis de ruído também oferece risco físico.

Outros riscos comuns nessa categoria são:

  • baixas temperaturas, vistas comumente nos refrigeradores de frigoríficos;
  • altas temperaturas, como observadas em incineradores;
  • altos níveis de ruído, na operação de equipamentos, como colheitadeiras e tratores, ou no contato com máquinas que fazem muito barulho;
  • exposição à vibração, que possa ser sentida no corpo, como a observada em processos como o asfaltamento de ruas.

Risco químico

Riscos químicos são sempre aqueles que apresentam a possibilidade de o trabalhador ter contato com substâncias ou compostos tóxicos que podem ser absorvidos pela pele, ingeridos ou respirados.

Algumas indústrias estão mais propensas a apresentar esses perigos, como a indústria química, farmacêutica e petrolífera, mas muitas outras atividades envolvem algum tipo de risco químico. Comumente, podemos observá-lo em tarefas como:

  • no agronegócio, ao interagir com a poeira do bagaço de cana-de-açúcar;
  • na metalurgia, durante o processo de fundição que libera fumos metálicos;
  • na extração de gás natural;
  • no consumo ou contato com água e outros líquidos contaminados por agentes químicos.

Risco biológico

O risco biológico ou de contaminação é aquele que expõe diretamente o profissional ao contato com agentes que podem provocar enfermidades. Nos hospitais, esse tipo de risco costuma ser muito grande, mas há outras profissões e atividades nas quais ele é comum, como:

  • limpeza e descarte de material biológico;
  • contato direto com pacientes infectados;
  • interação com microrganismos respiráveis.

Risco de acidente

O risco de acidentes é um dos mais comuns nos mapas e se refere a riscos mecânicos que podem ser observados no ambiente de trabalho. Eles colocam a integridade física do colaborador em perigo devido ao contato direto com determinados objetos e ferramentas com alto potencial de dano.

Alguns dos riscos físicos mais comuns são:

  • risco de queda de equipamentos e objetos (como vigas e andaimes na construção civil);
  • riscos causados pelo uso de ferramentas (como soldas).

Risco ergonômico

O risco ergonômico no ambiente de trabalho é aquele que afeta a integridade física a longo prazo, porque é uma obrigatoriedade da atividade que ele exerce. Ter que permanecer o dia todo de pé, por exemplo, é um risco ergonômico, bem como atividades monótonas.

São exemplos de risco ergonômico:

  • objetos de tamanho inapropriado, como cadeiras curtas ou altas demais;
  • ausência de espaço para descanso (cadeiras) após trabalho fatigante, como ficar em pé por muito tempo;
  • transporte manual de peso;
  • desconforto térmico que prejudica o desempenho na atividade realizada;
  • atividades repetitivas ou realizadas sem pausa.

Quais os EPIs necessários para evitar cada tipo de risco?

Os equipamentos de proteção individual são uma ferramenta essencial para que as empresas consigam mitigar os danos indicados no mapa de risco. Abaixo, você entenderá em quais situações cada um deles é utilizado e como seu uso pode ajudar a minimizar a ocorrência de acidentes e contaminações em uma empresa.

Risco físico

Boa parte dos equipamentos de proteção individual foram criados para evitar o risco físico. Foi assim com os primeiros EPIs: capacetes utilizados por soldados em guerra. Até hoje, os protetores de risco físico são os primeiros que nos vêm à mente quando falamos em EPI.

Capacetes

Os capacetes protegem contra danos à caixa craniana do utilizador. Estão presentes em diversas situações no ambiente profissional, como na construção civil.

Protetor auricular

O protetor auricular tem como função evitar danos à audição do utilizador. Ele pode ser do tipo intra ou extra auricular. O primeiro é colocado dentro da orelha, e o segundo é colocado fora.

Óculos de proteção

Para evitar acidentes na área dos olhos, os óculos de proteção são os EPIs mais indicados. Esses óculos podem proteger contra choques ou até mesmo contra o contato com agentes externos, como as secreções biológicas.

Risco químico

O risco químico é mais difícil de se lembrar ao pensar em EPI, mas ele é combatido com vários itens de utilização constante, como os exemplos abaixo.

Botas de proteção

As botas de PVC são excelentes protetores contra o risco químico, evitando que o colaborador possa ser contaminado por substâncias no chão de fábrica.

Luvas de segurança

Em profissões como a limpeza industrial, são as luvas de segurança que evitam que o contato com químicos prejudique a saúde do colaborador, criando uma barreira.

Risco biológico

Recentemente, a preocupação com o risco biológico foi estendida para muitas empresas que antes não conviviam com o problema. A pandemia do coronavírus tornou perene o uso dos EPIs abaixo no cotidiano.

Respiradores e máscaras

As máscaras e os respiradores são os itens mais indicados para situações nas quais o contato físico é inevitável, mas a troca de gotículas representa um risco de contágio.

Luvas descartáveis

Luvas descartáveis evitam que o utilizador contamine as mãos e, ao levá-las ao rosto ou às mucosas, contraia um vírus ou bactéria.

Risco de acidente

O risco de acidente compartilha muitos EPIs com o risco físico. Capacetes, óculos de proteção e cintos de segurança entram nessa categoria.

Risco ergonômico

Todo ambiente de trabalho pode ser atingido pelos riscos ergonômicos. Alguns deles, como a indústria frigorífica, se valem dos seguintes EPIs para contorná-los.

Avental térmico

O avental térmico é um EPI que reduz a superfície exposta do colaborador, diminuindo a influência da temperatura externa em sua temperatura corporal.

Botas de proteção

As botas com proteção térmica são um EPI utilizado nos frigoríficos para manter o conforto térmico dos profissionais.

Quais problemas sua empresa pode enfrentar por não utilizar mapas de risco?

O mapa de risco serve para representar com clareza os possíveis danos à saúde que um colaborador pode sofrer. Deixar de fazê-lo no seu empreendimento coloca a sua empresa não só sob o risco de ocorrências mais frequentes de acidentes de trabalho, mas também sujeita ao recebimento de multas.

Segundo a Norma Regulamentadora 1, cumprir e fazer cumprir as disposições sobre segurança do trabalho é responsabilidade do empregador, e o descumprimento da Lei nº 6.514, de 22 de Dezembro de 1977 e da Norma Regulamentadora 5, ao deixar de fazer o mapa de risco, é passível de multa. Os valores podem ser elevados, e empresas com até 500 empregados podem pagar cerca de R$3.500 ao deixar de cumprir essa ordem.

Os acidentes causam grandes prejuízos para um empreendimento, sejam eles humanos, financeiros ou materiais. Por isso, ao implementar um mapa de risco, a empresa demonstra sua preocupação com a segurança e a vida de seus trabalhadores, cujo valor é inestimável, além de mostrar que preza um ambiente profissional protegido para todos os envolvidos.

Quais são os exemplos possíveis de mapas de risco?

É fácil ler sobre o mapa de risco, mas nem sempre é simples visualizá-lo no papel. Para tirar todas as dúvidas e ter uma noção mais clara de como eles funcionam, confira, a seguir, dois exemplos de mapa de risco.

Exemplo 1: Mapa de Risco de Laboratório de Pesquisa

O exemplo de um mapa de risco de um laboratório de pesquisa seria baseado na planta baixa do estabelecimento com as representações gráficas dos riscos a partir das cores e tamanhos dos círculos.

Na recepção, por exemplo, haveria um risco médio relacionado à ergonomia. No almoxarifado, média probabilidade de risco químico, além de baixo risco físico e de acidentes. Nos banheiros feminino e masculino, baixo risco biológico, simbolizado por dois círculos pequenos na cor marrom.

Já no laboratório de apoio, baixo risco físico, químico, ergonômico e de acidentes, enquanto o laboratório de biologia molecular indicaria risco médio de contaminação química e biológica e risco baixo relacionado à ergonomia, integridade física e acidentes. Por fim, o laboratório de microbiologia indicaria alto risco de contaminação biológica, médio risco químico e baixo risco ergonômico, físico e de acidentes.

Exemplo 2: Mapa de Risco de Indústria

Tomando como base a planta baixa de uma indústria, um exemplo de mapa de risco seria constituído de um alto risco ergonômico nos setores de recepção, administração e centro de processamento de dados, caracterizado por um grande círculo na cor amarela nesses ambientes da planta.

Os setores de linha de montagem e de tornearia e soldagem com grandes círculos nas cores azul, verde, vermelho (e amarelo para o primeiro). O depósito com alto risco químico e de acidentes, além de baixo risco físico.

O almoxarifado com médio risco físico, químico e de acidentes; a cozinha com alto risco de acidentes; os banheiros com alto risco biológico; o refeitório com baixo risco ergonômico e biológico; a despensa com alto risco ergonômico e baixo risco físico e biológico. Por fim, o jardim com médio risco físico e biológico.

Quais erros devem ser evitados na elaboração do mapa de risco?

Na hora de elaborar o mapa de risco, existem alguns fatores que precisam ser levados em consideração. Confira, a seguir, alguns erros que devem ser evitados.

Deixar de fazer o mapeamento completo

Para ter a cobertura completa e garantir a proteção dos funcionários e daqueles que transitam pelo espaço, é preciso conhecer todo o ambiente e os seus riscos em potencial. Dessa forma, um erro a ser evitado é deixar de fazer o mapeamento completo do local. A falta de conhecimento em relação aos perigos apresentados pode deixar os colaboradores vulneráveis a riscos.

Repetir os mapas de gestões anteriores

O mapa de risco não tem exatamente um prazo de validade, entretanto, ele deve ser atualizado cada vez que existirem alterações, mesmo que pequenas, no ambiente de trabalho. Seja uma reforma, a mudança de lugar de um maquinário pesado ou outro motivo, cada vez que uma alteração for feita no ambiente, os novos riscos devem ser avaliados e pontuados no mapa de risco, evitando-se o erro de repetir mapas já utilizados.

Não ouvir os colaboradores

Outro grande erro que pode e deve ser evitado é não contar com os funcionários na hora de recolher informações para elaborar o mapa de riscos. Os colaboradores podem e devem ser ouvidos no que diz respeito a preocupações sobre segurança e uso correto dos equipamentos de trabalho, além dos riscos em potencial que podem passar despercebidos e que são mais bem identificados pelos profissionais que atuam na linha de frente.

Não determinar medidas de prevenção

Não basta apenas mapear os riscos de acidentes, é preciso pensar em medidas preventivas a fim de evitar que eventualidades ocorram, de fato. Para isso, é importante conscientizar os funcionários a respeito do uso dos equipamentos de proteção individual, além de inserir no mapa de risco todos os incidentes que podem ser evitados, assim como um plano de ação caso ocorra algum imprevisto.

Como você viu, com o exemplo de mapa de risco, a segurança dos colaboradores é um fator vital para que os acidentes de trabalho sejam evitados, portanto, esse é um assunto que não pode ser deixado para depois.

Além da necessidade de cumprir as regras e de implementar o mapa de risco na empresa, o profissional ainda conta com diversas ferramentas para garantir sua segurança no ambiente de trabalho, para que tenha conforto e tranquilidade ao exercer sua função.

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